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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ceará deve ganhar mais duas usinas eólicas

O Ceará está prestes a ganhar mais duas usinas eólicas. Na próxima quinta-feira (27), a partir de 14 horas, o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) vota o licenciamento ambiental de dois parques a serem instalados na praia de Fontainha, a 19 quilômetros de Aracati, no Litoral Leste.

Atualmente o Estado possui 17 usinas em operação com capacidade total para 493,9 MW. Somente em Aracati existem cinco parques eólicos. A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) estima que o Ceará deve ter mais de 50 parques eólicos em 2014 e uma capacidade instalada de quase 1,5 mil MW.

Um dos parques eólicos, chamado de São Judas Tadeu, deve ter potência instalada de 16,2 MW. O projeto prevê o uso de nove aerogeradores em um terreno total de 89 hectares. Já o outro parque, com o nome de Fontainha, tem uma potência prevista de 14,4 MW por meio de oito geradores e um terreno de 117,57 hectares.

A reunião de quinta-feira no Coema deve avaliar o pedido de licenciamento prévio. Depois da atual fase, as obras serão iniciadas após a aprovação da licença de instalação. Já o funcionamento das usinas começar somente após a aprovação da licença de operação.

Fonte: Onordeste.com

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Painéis solares farão estádio na Bahia ser autossuficiente ainda em 2011


O Estádio Metropolitano de Pituaçu, na Bahia, será o primeiro da América Latina autossuficiente em energia elétrica. Calma, ainda não estão utilizando a energia dos pulos da torcida nas arquibancadas (fica a dica), mas sim a energia do Sol. O estádio vai ganhar painéis fotovoltaicos capazes de gerar até 400 kWp.
Moisés Salles, presidente da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia, fez o anuncio do sistema de energia solar e avisou que "O sistema de energia solar fotovoltáica começa a operar no jogo do Bahia contra o Ceará, dia 04 de dezembro, válido pela Série A do Campeonato Brasileiro".
O custo da obra será de R$ 5,2 milhões vindos de uma concessionária e do governo estadual. Os painéis ficarão sobre a cobertura das arquibancadas e em algumas outras áreas do estádio. A energia total será mais do que suficiente, por isso a sobra será usada no prédio da Secretaria de Administração.
FonteEco Planet , Onordeste

terça-feira, 5 de julho de 2011

Copos de papel diminuem o impacto ambiental

A rede de franquias Rei do Mate desenvolveu uma estratégia para diminuir o impacto causado pelos milhões de copos plásticos descartados no meio ambiente. Desde o ano passado, estes foram substiituídos por copos de papel produzidos com madeira de florestas sustentáveis.
A mudança veio depois do convite do Instituto Ethos para participar dos indicadores promovidos pela instituição e realizar um levantamento a respeito de suas práticas. O resultado demonstrou um impacto considerável e impulsionou a nova ação. Para que esta tivesse sucesso foi necessário envolver os consumidores explicando a eles a importância da medida. O esforço e a iniciativa lhes renderam o prêmio ABF-AFRAS Destaque Responsabilidade Social de 2009.
 

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Ecossistema designa o conjunto formado por todas as comunidades que vivem e interagem em determinada região e pelos fatores abióticos que atuam sobre essas comunidades.[1]
Consideram-se como fatores bióticos os efeitos das diversas populações de animais, plantas e bactérias umas com as outras e abióticos os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento. Em um determinado local, seja uma vegetação de cerrado, mata ciliar, caatinga,mata atlântica ou floresta amazônica, por exemplo, a todas as relações dos organismos entre si, e com seu meio ambiente chamamos ecossistema. Ou seja, podemos definir ecossistema como sendo um conjunto de comunidades interagindo entre si e agindo sobre e/ou sofrendo a ação dos fatores abióticos.
São chamados agroecossistemas quando além destes fatores, atua ao menos uma população agrícola. A alteração de um único elemento pode causar modificações em todo o sistema, podendo ocorrer a perda do equilíbrio existente. O conjunto de todos os ecossistemas do mundo forma a Biosfera.

Fonte: wikipedia

sábado, 2 de julho de 2011

20 maneiras de ajuda o meio ambiente

1) PENSE EM TROCAR DE CARRO: veículos pequenos são mais leves e, por isso, mais econômicos. Enqaunto um modelo utilitário, tipo 4x4, emite cerca de 9.000 quilos de CO2 por ano, um sedã médio produz 5.400 quilos.
2) DÊ AO SEU CARRO UMA FOLGA: se ele ficar uma vez por semana na garagem, ao fim de um ano a economia em emissão de CO2 chegará a 440 quilos — volume que uma árvore de grande porte leva vinte anos para absorver no processo de fotossíntese.
3) LAVE A SECO: a economia é de 316 litros de água para cada veículo, em média.
4) NÃO JOGUE FORA A BATERIA DO CARRO: ao comprar uma nova, deixe a velha na revenda autorizada e certifique-se de que ela será encaminhada ao fabricante. É possível reciclar 95% de seus componentes, incluindo o principal, o chumbo-ácido, que pode contaminar o solo.
EM CASA
5) RECICLE O LIXO: cada família que adere ao programa de coleta seletiva reduz em cerca de 1 tonelada por ano a emissão de dióxido de carbono na atmosfera.
6) JOGUE MENOS COMIDA FORA: aproveite talos, cascas e restos em receitas nutritivas. Restos de comida representam 60% do lixo que vem dos lares brasileiros, e sua decomposição resulta na produção de gás metano, ligado ao efeito estufa.
7) PREFIRA ALIMENTOS FRESCOS: comida congelada precisa de dez vezes mais energia para ser produzida
8) REGULE O TERMOSTATO DA GELADEIRA: se ela não estiver lotada, a refrigeração pode ser mínima. Manter a temperatura abaixo de 5 ou 6 graus aumenta o consumo energético em 7%.
9) ENCHA A MÁQUINA: só use a máquina de lavar roupa quando ela estiver com sua capacidade máxima — cada ciclo consome 150 litros de água.
10) TAMPE AS PANELAS: reduz o tempo de preparo e economiza 30% de energia.
11) REJEITE PROPAGANDA INDESEJADA: nos Estados Unidos, já existe uma associação — a Direct Marketing Association — que registra os pedidos de quem não quer mais receber correspondência inútil, como ofertas de cartões de crédito, catálogos e propagandas em geral. Essa lista é repassada às empresas e reduz em até 75% a quantidade de cartas recebidas. No Brasil, não há serviço semelhante. A saída é ligar para o SAC da empresa responsável pela correspondência indesejada e pedir para ter seu nome retirado da lista.
12) REAPROVEITE A ÁGUA DA CHUVA: construir coletores em telhados e calhas é bem mais fácil do que se pensa. Você pode usá-la para regar o jardim, lavar a calçada ou até mesmo para dar descarga no banheiro.
13) TROQUE A DESCARGA: as tradicionais são responsáveis por até 40% do total da água consumida por uma residência. Já existem no mercado vasos com caixa acoplada ou válvula de parede com dois modos de descarga, uma de 3 litros, para líquidos, e outra de 6, para sólidos.
14) PREFIRA LÂMPADAS LED, DE DIODO (a sigla vem do inglês Light Emitting Diode). Elas conjugam alta tecnologia com consumo de energia até cinqüenta vezes menor do que o das lâmpadas comuns e têm vida útil muito maior. Podem ser encontradas em várias cores: a de cor amarela não tem o efeito incômodo da luz fria das lâmpadas fluorescentes.
15) RECICLE SEU TELEFONE CELULAR: até 80% dos componentes desses aparelhos podem ser reaproveitados. A operadora Vivo é pioneira nesse tipo de tecnologia no Brasil. Desde dezembro, recolhe aparelhos, baterias e acessórios usados de quaisquer marcas.
16) PREFIRA AS PILHAS RECARREGÁVEIS: elas duram até cinco anos, contra noventa dias de uma pilha alcalina comum. Antes de jogá-las no lixo comum, verifique se elas têm na embalagem o selo da Associação Brasileira das Indústrias Elétrica e Eletrônica: um bonequinho jogando um objeto num cesto, acompanhado da inscrição "lixo doméstico".
17) DESPLUGUE-SE: quando não estiver usando seus aparelhos eletrônicos, tire-os da tomada. Cerca de 5% da energia utilizada em residências (e que corresponde à emissão de 18 milhões de toneladas de carbono na atmosfera por ano) é consumida para manter aparelhos em modo stand-by. Isso vale inclusive para carregadores de laptop e celular, que gastam energia mesmo que não estejam conectados a nenhum aparelho.
NO ESCRITÓRIO
18) CONFIGURE A IMPRESSORA PARA O MODO IMPRESSÃO EM FRENTE E VERSO: papéis e produtos feitos de papel representam quase um terço de todo o lixo produzido no Brasil.
19) UTILIZE PAPEL RECICLADO: para fabricar 1 tonelada de papel virgem, são necessários dezessete árvores e 26.000 litros de água a mais do que o exigido para fazer papel reciclado. Além disso, o cloro, que algumas empresas ainda utilizam no processo de branqueamento do papel virgem, resulta na liberação, no meio ambiente, de dioxina, substância altamente tóxica.
20) LIMPE SEU AR-CONDICIONADO: aparelhos com filtro sujo consomem mais energia. Mantê-los sempre limpos garante a economia de cerca de 160 quilos de CO2 por ano.




terça-feira, 14 de junho de 2011

Ilha do Lixo






No meio do oceano Pacífico, fica o maior lixão do mundo - são 4 milhões de toneladas de garrafas e embalagens, que foram empurradas para lá pelas correntes marítimas e formam um amontoado de 700 mil km2 (duas vezes o estado de São Paulo). Um desastre - mas que pode virar uma coisa boa. Uma empresa da Holanda quer coletar todo esse plástico e reciclá-lo para fazer uma ilha artificial, de aproximadamente 10 mil km2 (equivalente a uma cidade como Manaus) e capacidade para 500 mil habitantes. Ela teria casas, lojas, praias, áreas de lazer e plantações - tudo apoiado numa base de plástico flutuante. Seus criadores acreditam que a ilha possa se tornar autossuficiente, produzindo a própria comida e energia. "Queremos levar o mínimo de coisas para a ilha. A principio, tudo será feito com o lixo que encontrarmos na área", diz o arquiteto Ramon Knoester. A cidade flutuante seria cortada por canais, para que as correntes oceânicas pudessem passar livremente (sem ameaçar a estabilidade da ilha).
O projeto já recebeu o apoio do governo holandês, mas não tem data para começar - ninguém sabe quanto a obra custaria, nem se é viável. "A ilha não é economicamente rentável. Nós a vemos apenas como uma maneira de limpar a poluição causada pelo ser humano", diz Knoester. Enquanto isso não acontece, toda a matéria-prima que seria usada nesse empreendimento continua boiando.

Reciclagem de Pilhas e Baterias






São 1,2 bilhão de pilhas e 400 milhões de baterias de celular comercializadas por ano no Brasil, segundo dados do Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - Abinee. Assim, como essa quantidade enorme chega às mãos do consumidor, uma quantidade também enorme delas sai das mãos do consumidor. E a grande maioria vai para a lata de lixo comum.


Recicalgem de pilhas
Tal informação não deveria preocupar, já que, desde 2000, todas as pilhas produzidas no Brasil têm quantidades mínimas ou quase nulas dos metais pesados mais poluidores como cádmio, mercúrio e zinco, dentro do que está estabelecido pela resolução 257 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), editado em 1999. Pela lei, o perigo da poluição por metais pesados em pilhas e baterias é mínimo e assim, qualquer um poderia fazer coro com boa parte dos empresários do setor que diz que é possível jogar as pilhas no lixo. O problema é que a realidade brasileira não é nada animadora. Primeiro que a instrução de jogar no lixo é válido se o houver um bom manejo do aterro sanitário, o que é uma realidade existente em apenas 10% dos aterros brasileiros, segundo estimativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Além disso, nem toda pilha que você compra está dentro do padrão já que 33% do mercado são formados pelas chamadas “baterias ilegais”. Ou seja, cerca de 400 milhões de pilhas e baterias vêm de contrabando e outras origens, sem nenhuma segurança de que elas acompanham as medidas do Conama.

Além dessa dura realidade do mercado brasileiro, os críticos das decisões do Conama lembram ainda que as quantidades sejam mínimas, na verdade, não refrescam muito e o perigo de poluição continua, já que são milhões de pilhas descartadas.

Incipiente no Brasil, a reciclagem ou reaproveitamento das pilhas e baterias é mínimo, tendo apenas uma fábrica em 2008 que a fazia, reciclando cerca de 6 milhões de pilhas e baterias por ano, menos de 1% do comercializado. Trata-se da Suzaquim. Outras empresas de baterias de celulares, por exemplo, colhem o material e enviam para recicladoras fora do Brasil.

Entregar para a reciclagem é a parte que qualquer consumidor pode fazer. Mas para um consumidor com fome por consciência ecológica, um bom caminho é saber como é essa reciclagem para que ela se torne uma realidade maior no futuro, além de conhecer um pouco melhor os produtos derivados. Vamos lá.

Separação do Lixo










1° passo: Para montar um sistema de coleta seletiva na sua casa, compre sacos de lixo de quatro cores para distinguir onde você deve jogar os vários tipos de lixo. Se preferir, coloque etiquetas em sacos da mesma cor, indicando o que deve ser colocado em cada um (lixo inorgânico, papel, vidro, metal).

2° passo: Separe os resíduos orgânicos (restos de comida, fezes animais e lixo vegetal) dos inorgânicos (plástico, vidro ou metal).

3° passo: Se quiser aproveitar os resíduos orgânicos, você pode se informar sobre como preparar fertilizante natural com eles.

4° passo: Separe os vidros porque esse material pode ser fundido para produzir objetos de decoração ou novas embalagens.

5° passo: Coloque em um saco à parte os restos de papel e papelão secos, porque eles podem ser reciclados e transformados em novos produtos.

O que é educação ambiental ?

Educação Ambiental não se trata de um tipo especial de educação, mas, de um processo contínuo e longo de aprendizagem, de uma filosofia de trabalho, de um estado de espírito em que todos: família, escola e sociedade, devem estar envolvidos. O objetivo da Educação Ambiental não entra em conflito com os objetivos do sistema escolar, pelo contrário, ambos se direcionam para a formação integral do indivíduo, enquanto cidadão inserido na sociedade e no meio ambiente. Em síntese o processo educativo, de uma maneira geral, não é complexo se as pessoas estão conscientes mas não estão habituadas a externalizarem suas consciências.
A Educação Ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões sócio-econômica, política, cultural e histórica, não podendo se basear em posturas de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágio de cada lugar, sob uma perspectiva histórica. Permitindo a compreensão da natureza complexa do meio interpretar a interdependência entre os diversos que compõem o ambiente, com vista a utilizar adequadamente os elementos no presente e no futuro.” (Dias, 1994)
Mais do que uma simples forma de transmitir informações e conhecimentos sobre os recursos naturais. A Educação Ambiental é uma ferramenta indispensável a construção de novos valores e atitudes, voltados ao desenvolvimento de uma sociedade comprometida com a solução de seus problemas ambientais, proporcionando condições adequadas de sobrevivência para os atuais e futuras gerações.
 
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