terça-feira, 14 de junho de 2011
Ilha do Lixo
No meio do oceano Pacífico, fica o maior lixão do mundo - são 4 milhões de toneladas de garrafas e embalagens, que foram empurradas para lá pelas correntes marítimas e formam um amontoado de 700 mil km2 (duas vezes o estado de São Paulo). Um desastre - mas que pode virar uma coisa boa. Uma empresa da Holanda quer coletar todo esse plástico e reciclá-lo para fazer uma ilha artificial, de aproximadamente 10 mil km2 (equivalente a uma cidade como Manaus) e capacidade para 500 mil habitantes. Ela teria casas, lojas, praias, áreas de lazer e plantações - tudo apoiado numa base de plástico flutuante. Seus criadores acreditam que a ilha possa se tornar autossuficiente, produzindo a própria comida e energia. "Queremos levar o mínimo de coisas para a ilha. A principio, tudo será feito com o lixo que encontrarmos na área", diz o arquiteto Ramon Knoester. A cidade flutuante seria cortada por canais, para que as correntes oceânicas pudessem passar livremente (sem ameaçar a estabilidade da ilha).
O projeto já recebeu o apoio do governo holandês, mas não tem data para começar - ninguém sabe quanto a obra custaria, nem se é viável. "A ilha não é economicamente rentável. Nós a vemos apenas como uma maneira de limpar a poluição causada pelo ser humano", diz Knoester. Enquanto isso não acontece, toda a matéria-prima que seria usada nesse empreendimento continua boiando.
Reciclagem de Pilhas e Baterias
São 1,2 bilhão de pilhas e 400 milhões de baterias de celular comercializadas por ano no Brasil, segundo dados do Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - Abinee. Assim, como essa quantidade enorme chega às mãos do consumidor, uma quantidade também enorme delas sai das mãos do consumidor. E a grande maioria vai para a lata de lixo comum.
![]() |
Além dessa dura realidade do mercado brasileiro, os críticos das decisões do Conama lembram ainda que as quantidades sejam mínimas, na verdade, não refrescam muito e o perigo de poluição continua, já que são milhões de pilhas descartadas.
Incipiente no Brasil, a reciclagem ou reaproveitamento das pilhas e baterias é mínimo, tendo apenas uma fábrica em 2008 que a fazia, reciclando cerca de 6 milhões de pilhas e baterias por ano, menos de 1% do comercializado. Trata-se da Suzaquim. Outras empresas de baterias de celulares, por exemplo, colhem o material e enviam para recicladoras fora do Brasil.
Entregar para a reciclagem é a parte que qualquer consumidor pode fazer. Mas para um consumidor com fome por consciência ecológica, um bom caminho é saber como é essa reciclagem para que ela se torne uma realidade maior no futuro, além de conhecer um pouco melhor os produtos derivados. Vamos lá.
Separação do Lixo
1° passo: Para montar um sistema de coleta seletiva na sua casa, compre sacos de lixo de quatro cores para distinguir onde você deve jogar os vários tipos de lixo. Se preferir, coloque etiquetas em sacos da mesma cor, indicando o que deve ser colocado em cada um (lixo inorgânico, papel, vidro, metal).
2° passo: Separe os resíduos orgânicos (restos de comida, fezes animais e lixo vegetal) dos inorgânicos (plástico, vidro ou metal).
3° passo: Se quiser aproveitar os resíduos orgânicos, você pode se informar sobre como preparar fertilizante natural com eles.
4° passo: Separe os vidros porque esse material pode ser fundido para produzir objetos de decoração ou novas embalagens.
5° passo: Coloque em um saco à parte os restos de papel e papelão secos, porque eles podem ser reciclados e transformados em novos produtos.
O que é educação ambiental ?
Educação Ambiental não se trata de um tipo especial de educação, mas, de um processo contínuo e longo de aprendizagem, de uma filosofia de trabalho, de um estado de espírito em que todos: família, escola e sociedade, devem estar envolvidos. O objetivo da Educação Ambiental não entra em conflito com os objetivos do sistema escolar, pelo contrário, ambos se direcionam para a formação integral do indivíduo, enquanto cidadão inserido na sociedade e no meio ambiente. Em síntese o processo educativo, de uma maneira geral, não é complexo se as pessoas estão conscientes mas não estão habituadas a externalizarem suas consciências.
“A Educação Ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões sócio-econômica, política, cultural e histórica, não podendo se basear em posturas de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágio de cada lugar, sob uma perspectiva histórica. Permitindo a compreensão da natureza complexa do meio interpretar a interdependência entre os diversos que compõem o ambiente, com vista a utilizar adequadamente os elementos no presente e no futuro.” (Dias, 1994)
Mais do que uma simples forma de transmitir informações e conhecimentos sobre os recursos naturais. A Educação Ambiental é uma ferramenta indispensável a construção de novos valores e atitudes, voltados ao desenvolvimento de uma sociedade comprometida com a solução de seus problemas ambientais, proporcionando condições adequadas de sobrevivência para os atuais e futuras gerações.
“A Educação Ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões sócio-econômica, política, cultural e histórica, não podendo se basear em posturas de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágio de cada lugar, sob uma perspectiva histórica. Permitindo a compreensão da natureza complexa do meio interpretar a interdependência entre os diversos que compõem o ambiente, com vista a utilizar adequadamente os elementos no presente e no futuro.” (Dias, 1994)
Mais do que uma simples forma de transmitir informações e conhecimentos sobre os recursos naturais. A Educação Ambiental é uma ferramenta indispensável a construção de novos valores e atitudes, voltados ao desenvolvimento de uma sociedade comprometida com a solução de seus problemas ambientais, proporcionando condições adequadas de sobrevivência para os atuais e futuras gerações.
Assinar:
Postagens (Atom)

Feed
Qual a missão desse blog ?
Noticias
Contato
Arquivo do blog
Favoritos
Contador


